O RS não registra casos suspeitos ou confirmados da doença

Os casos
Um levantamento divulgado pela GZH aponta quatro infecções em humanos neste ano, duas em Santa Catarina e duas em São Paulo. Uma mort3 registrada em SC ainda é investigada para saber se a doença foi a causa principal. Há também um caso provável no Piauí. Em fevereiro, a Secretaria de Saúde de Mato Grosso confirmou separadamente a infecção de um bebê, que recebeu alta.
A situação no RS
A Secretaria Estadual da Saúde informou que não há registros suspeitos ou confirmados entre os gaúchos. O Estado acompanha ocorrências em animais e pode ampliar o monitoramento conforme a mudança do risco.
A transmissão
O vírus é transmitido principalmente pela picada do pernilongo comum, do gênero Culex. As aves mantêm o ciclo de transmissão, enquanto humanos e cavalos são considerados hospedeiros acidentais. Não há transmissão comum de uma pessoa para outra.
A prevenção
Não existe vacina nem antiviral específico. A orientação é eliminar água parada, usar repelente e instalar telas em portas e janelas. Confusão mental, sonolência intensa, fraqueza ou alteração da consciência exigem atendimento imediato. Ministério da Saúde
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