Novos e graves detalhes vieram à tona sobre a morte da empresária Adriele da Silva Pinto, de 31 anos, que faleceu após se submeter a procedimentos estéticos no Hospital Vida Memorial, em Ilhéus. O corpo da vítima foi removido para o Departamento de Polícia Técnica (DPT) da cidade por exigência da própria família, que registrou uma ocorrência policial contestando as circunstâncias do óbito e a atuação da unidade hospitalar e da equipe médica.
De acordo com relatos de familiares e do advogado da família, Dr. Nery Santana, Adriele deu entrada no hospital por volta das 10h da última segunda-feira (25) acompanhada de uma tia. A promessa repassada à acompanhante era de que as cirurgias — que incluiriam mastopexia com prótese, lipoescultura, remodelamento costal e jato de plasma — seriam concluídas por volta das 20h.
No entanto, o tempo passou sem qualquer boletim sobre o estado da paciente. A apreensão aumentou até que, já perto da meia-noite, o tio de Adriele precisou quebrar uma porta de vidro da unidade para conseguir acesso às dependências internas, momento em que descobriu que a sobrinha já estava morta e com o corpo isolado. A acompanhante permaneceu retida no local sem receber informações oficiais, enquanto toda a equipe médica responsável pela cirurgia teria abandonado o hospital. Mais no verdinhoitabuna.blog
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