Segundo a SBC, cerca de 90% das pessoas com cefaleia relatam prejuízos no trabalho, nos estudos, no lazer e na qualidade de vida
Mayara Nailanne * © Maridav/Adobe Stock

No Dia Nacional de Combate à Cefaleia, médicos alertam para a importância de investigar dores de cabeça frequentes. Especialistas recomendam procurar atendimento quando os episódios ocorrerem três ou mais vezes por mês, durante pelo menos três meses consecutivos.
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), os transtornos relacionados à dor de cabeça estão entre as condições neurológicas mais comuns e incapacitantes do mundo, afetando cerca de 40% da população global. A enxaqueca, por exemplo, é considerada a segunda maior causa de incapacidade no planeta e atinge cerca de 15% da população.
Embora muitas cefaleias estejam ligadas a fatores como estresse, desidratação e noites mal dormidas, elas também podem indicar problemas mais graves, como sinusite, enxaqueca crônica e aneurisma.
De acordo com especialistas, sinais como dor intensa e repentina, mudança no padrão habitual, alterações visuais, perda de força, confusão mental ou episódios frequentes exigem avaliação médica.
A Sociedade Brasileira de Cefaleia (SBC) destaca que hábitos como má alimentação, jejum prolongado, excesso de álcool, estresse, sedentarismo e tabagismo podem contribuir para o agravamento das crises.
A entidade também alerta para os riscos da automedicação. O uso frequente de analgésicos sem orientação médica pode aumentar a intensidade e a frequência das dores, principalmente em casos que necessitam de tratamento preventivo.
Segundo a SBC, cerca de 90% das pessoas com cefaleia relatam prejuízos no trabalho, nos estudos, no lazer e na qualidade de vida.
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