Após troca de técnico Flamengo planeja novas mudanças
Divulgação / Flamengo

O desgaste com Boto é antigo, desde 2025, mas explodiu recentemente. A forma fria como ele comunicou a saída de Filipe Luís — em uma conversa de menos de um minuto no vestiário após a goleada de 8 a 0 sobre o Madureira — irritou o grupo.
Boto chegou a dizer que discordava da decisão presidencial, mas depois assumiu a responsabilidade na apresentação de Leonardo Jardim, novo treinador. Em reunião com os jogadores, chamou o elenco de "irresponsáveis", o que piorou o clima.
Outros episódios alimentaram a crise: vazamento de prints sobre possível venda de Pedro, veto de Bap à quase contratação de Mikey Johnston, renovação polêmica de Filipe Luís (defendida por Boto) e o retorno antecipado do time principal no Carioca após mau desempenho do sub-20, que vazou como culpa exclusiva do presidente.
Bap sondou nomes para o cargo, como o ex-zagueiro Fábio Luciano (ídolo rubro-negro de 2007-2009, hoje comentarista da ESPN) e Edu Gaspar (ex-Arsenal, Seleção Brasileira e atualmente de saída do Nottingham Forest). Ainda não há avanço concreto, pois o presidente avalia a estrutura: manter um único diretor (como Boto) ou dividir em dois perfis — um executivo com foco em mercado e outro mais "de vestiário" para gerir o elenco.
Boto, contratado em janeiro de 2025 como especialista em scouting para reformular o departamento, segue no cargo só até ser encontrado o substituto. A informação foi divulgada primeiramente pela ESPN.
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