
O Hospital de Base Luís Eduardo Magalhães (HBLEM), instituição administrada pela Fundação de Atenção à Saúde de Itabuna (FASI), realizou na terça-feira passada, dia 24, a 1ª Roda de Gestão de 2026, trazendo como tema central “Assédio Moral, Sexual e Constrangimento” — um assunto de grande relevância para o ambiente de trabalho.
O diretor-presidente da FASI, Roberto Pacheco Jr., que foi o mediador da Roda de Conversa, comentou que “a iniciativa reforçou o compromisso do Hospital de Base com a valorização dos seus profissionais, sendo essencial o compromisso coletivo para a construção de um ambiente mais seguro, respeitoso e saudável para todos”.
Mais do que um encontro pontual, a Roda de Gestão tem se consolidado como uma importante ferramenta de gestão dentro da unidade hospitalar, promovendo o diálogo direto entre coordenações e fortalecendo a construção coletiva de soluções para desafios do cotidiano hospitalar.
Voltada para coordenadores e gestores, a atividade aconteceu por iniciativa do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho (SESMT), em parceria com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio (CIPA).
Durante o encontro, foram apresentadas orientações gerais sobre o que caracteriza o assédio no ambiente de trabalho, além da discussão de mecanismos e estratégias internas voltadas à prevenção, acolhimento e resolução de situações que possam comprometer a integridade dos colaboradores.
A ação também reforçou a atualização da Norma Regulamentadora nº 5 (NR-5), vigente desde março de 2023, que passou a incluir formalmente a prevenção ao assédio entre as atribuições da CIPA, ampliando o olhar para a segurança não apenas física, mas também psicológica no ambiente laboral.
Na oportunidade, a coordenadora do SESMT, Nayara Andrade, destacou o fortalecimento do diálogo entre setores é fundamental para a efetividade dessas ações. “É importante que o SESMT e a CIPA estabeleçam uma comunicação maior com a Ouvidoria, que é o canal oficial para denúncias, sugestões, elogios e reclamações”, declarou.
Na visão da coordenadora, a partir dessa integração é possível desenvolver ações conjuntas, com diálogos nos setores e treinamentos, atuando de forma preventiva frente aos riscos psicossociais decorrentes do assédio.
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