Relatório revela desigualdade na indústria, relatos de assédio e discriminação no setor
Edgar Luz
Fonte: UBC/Divulgação

Além da diferença financeira, o relatório também aponta a persistência de discriminação e assédio, fatores que ainda dificultam o avanço feminino no setor.
Os dados referentes a 2025 destacam esse cenário. Entre os 100 maiores arrecadadores da UBC, apenas 11 são mulheres, o que evidencia a baixa presença feminina no topo da cadeia de arrecadação.
Por outro lado, houve um pequeno avanço no ranking. A melhor colocação feminina subiu da 21ª para a 16ª posição, indicando que, embora ainda sejam minoria, as mulheres que alcançam destaque estão ocupando posições mais altas.
Distribuição de renda entre mulheres
Entre as associadas da UBC, as autoras concentram 73% do total recebido pelas mulheres. Já as intérpretes representam 23%, enquanto as musicistas executantes ficam com 2%. As versionistas e produtoras fonográficas registram a menor participação, com apenas 1% cada da arrecadação feminina. Mais no bahia.ba/entretenimento
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