Ministra Esther Dweck apresentou o balanço do Concurso Público Nacional Unificado 2, que mostra novos perfis chegando ao serviço público. Ministra celebrou o avanço na representatividade social e reforçou que avanços acompanham racionalidade e eficiência
Agência Gov | via MGI
Adalberto Marques/MGI

A segunda edição consolidou o Concurso Público Nacional Unificado (CPNU 2) como uma política inclusiva, com 40,5% das pessoas aprovadas por meio da política de cotas e forte representatividade regional. A ministra da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos, Esther Dweck, apresentou nesta terça-feira (17/3) os dados consolidados do CPNU 2, o maior processo seletivo já realizado de forma integrada no Brasil.
Coordenado pelo Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) em parceria com a Escola Nacional de Administração Pública (Enap), o concurso aprovou 3.649 pessoas, oriundas de 578 municípios, de todos os estados do país, ampliando a diversidade regional no serviço público federal.
Esther Dweck destacou que o CPNU faz parte da agenda de transformação do Estado e integra um conjunto de 50 medidas estruturantes adotadas nos últimos anos, que consolida o maior ciclo de reestruturação de carreiras do serviço público federal em um único mandato. Mais na /agenciagov
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