Foto: Reprodução/Instagram
Os Argumentos da Defesa
A estratégia de Ana Hickmann para manter a propriedade, avaliada em R$ 35 milhões, baseia-se em três pontos principais:
Vício Processual: Como coproprietária, Ana afirma que não foi devidamente intimada sobre a penhora, o que fere o Código Civil.
Alienação Fiduciária: A defesa sustenta que o imóvel está alienado ao Banco Daycoval e, portanto, não poderia ser usado como garantia para pagar terceiros.
Desproporcionalidade: Os advogados classificam o leilão como "excesso de garantias", uma vez que o valor da mansão é quase 40 vezes superior ao valor da dívida cobrada.
Denúncia contra o Leiloeiro
Ana Hickmann também denunciou o que chamou de "pressa injustificada" por parte do leiloeiro responsável. Segundo a manifestação, o profissional teria tentado realizar vistorias no imóvel sem uma ordem judicial real, o que, para a apresentadora, demonstra uma conduta irregular e precipitada que contamina todo o processo.
Entenda a Polêmica
O leilão é um desdobramento das crises financeiras e jurídicas que vieram à tona após a separação conturbada de Ana e Alexandre Correa. A dívida em questão é movida por Danielle Murayama Fujisaki. Enquanto o pedido de suspensão não é julgado, o destino da mansão — famosa por sua sala gigantesca e arquitetura suntuosa — permanece incerto.
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