Foto: João Ubaldo
Dos 13 candidatos à presidência da República, sete não mencionam o esporte nos seus planos de governo. O levantamento foi feito pela Rede Esporte pela Mudança Social (REMS), entidade que reúne 104 instituições que acreditam no esporte como fator de desenvolvimento humano. Álvaro Dias (Podemos), Cabo Daciolo (Patriota), Geraldo Alckmin (PSDB), Henrique Meirelles (MDB), Jair Bolsonaro (PSL), João Goulart Filho (PPL) e Vera Lúcia (PSTU) não tratam do tema nas suas promessas.
Ciro Gomes (PDT) fala em desenvolvimento de programa de incentivo ao esporte, como iniciativas regionais e o Bolsa Atleta; na implementação e qualificação do esporte nas escolas como ferramenta de entretenimento e amparo dos jovens estudantes; e promete promoção facilitada do acesso à cidade e espaços de lazer para que os jovens possam vivem a cidade em sua plenitude.
Já Luiz Inácio Lula da Silva (PT), batiza o plano de "Agenda de Futuro para o Esporte Brasileiro". Ele destaca a criação do programa Bolsa Atleta durante a gestão do PT e a organização da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016. Lula pretende criar o Sistema Único do Esporte, definindo o papel da União, Estados, DF, Municípios e das entidades esportivas na oferta de políticas de esporte (sistema quadripartite), a exemplo do que ocorre na saúde, com o SUS, além de implementar a Universidade do Esporte, articulando pesquisa, ensino e extensão com foco no futebol.
Marina Silva (Rede) batiza o seu plano de "Esporte para a vida toda". Ela promete aumentar os recursos federais destinados ao esporte e ainda fala na criação de espaços públicos para a atividade física, na construção de ciclovias e na conquista de medalhas.


































