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Os três irmãos infectados são da comunidade Tapiira, localizada na Reserva Extrativista do Rio Unini, entre os municípios de Barcelos e Novo Airão. De acordo com o diretor da Fundação de Medicina Tropical, Antônio Magela Tavares, outro adolescente da mesma família está sendo procurado para receber acompanhamento médico.
“É uma situação dramática em que os médicos da minha geração não têm experiência nenhuma com raiva. [Eu] nunca tinha visto casos de raiva. Mas o que a gente conhece é que as pessoas que tenham contato com animais como cães, gatos, bois, macacos e morcegos, se forem mordidas, lavem muito o local da ferida com água e sabão, que neutraliza qualquer tipo de vírus”, afirmou Tavares.
O Amazonas não registrava caso de raiva humana desde 2002, quando foram notificadas duas mortes. A doença é considerada rara, mas, em 2004 e 2005, 44 pessoas morreram infectadas em cidades na divisa entre o Pará e o Maranhão.








