Polícia Civil conclui segundo inquérito, indicia organizadora do evento por morte de jovem que foi jogada sem corda em rope jump e pede prisão preventiva
Por Laraelen Oliveira / AratuOn

A investigação sobre a jovem que foi jogada sem corda em rope jump ainda depende da localização da câmera usada pela vítima, considerada uma das principais provas para esclarecer os acontecimentos/Foto: Redes Sociais
A Polícia Civil concluiu o segundo inquérito que investiga a morte em salto de rope jump de Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 21 anos, ocorrida em 13 de junho, na Ponte do Esqueleto, entre Limeira e Cordeirópolis, no interior de São Paulo. A organizadora do evento, Evelyne dos Santos Gonçalves, de 43 anos, foi indiciada pelos crimes de homicídio e fraude processual.
Investigação aponta responsabilidade da organizadora e apura sumiço de equipamento
Além do indiciamento, a corporação solicitou à Justiça a conversão da prisão temporária de Evelyne, decretada em 20 de junho, em prisão preventiva. Segundo a investigação, ela integrava o grupo responsável pela organização da atividade, participando da definição da logística, da administração dos participantes, da divulgação do evento e da manutenção da estrutura necessária para a realização dos saltos.
De acordo com o relatório policial, a organizadora tinha o dever legal de garantir a segurança da atividade e assumiu o risco ao permitir que o evento ocorresse em condições consideradas precárias pelos investigadores.
Câmera usada por jovem que foi jogada sem corda em rope jump ainda não foi localizada
A Polícia Civil informou que as investigações continuam para localizar a câmera utilizada por Maria Eduarda durante o salto. O equipamento é considerado uma peça importante para esclarecer a dinâmica do acidente e, até o momento, não foi encontrado. Mais no aratuon
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