Cerca de 1,5 mil eleitores participaram de uma simulação com as urnas biométricas na capital, o equivalente a 26,5% dos 5,9 mil convidados por correspondência pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Paraná para participar do teste no último fim de semana. Dos participantes, 78 pessoas (8%) não tiveram as impressões digitais reconhecidas pelo equipamento. A fonoaudióloga Edna dos Anjos, de 64 anos, teve a impressão digital reconhecida depois de 12 tentativas. “Sou uma mulher invisível”, brincou ela dirigindo-se aos mesários. “Tenho a pele dos dedos muito fina. Trabalhei muito com pintura de quadros, usava muito solvente para limpar as mãos”, contou a fonoaudióloga, que enfrentou dificuldades para renovar a carteira de motorista no Departamento de Trânsito (Detran) do Paraná. Os mesários das cidades que utilizarão as urnas biométricas nas eleições deste ano farão até 12 tentativas de identificação do eleitor – três em cada dedo polegar e indicador, de ambas as mãos. Se não houver sucesso, o eleitor terá que ser identificado por meio de um documento oficial com foto. Leia mais em A Tarde.
O Dia do Cardiologista é comemorado em 14 de agosto, dia da fundação da Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), no ano de 1943. A SBC é uma entidade sem fins lucrativos, criada na cidade de São Paulo, pelo Dr. Dante Pazzanese com o objetivo de unir a classe médica especializada em cardiologia.
No início do século XX, havia na Medicina somente quatro áreas básicas: Clínica, Obstetrícia, Cirurgia e Pediatria. Na década de 20, em virtude do seu desenvolvimento e complexidade crescente, a Cardiologia deixou de ser um dos estudos da Clínica Médica, passando a constituir especialidade autônoma e bem definida.
Estima-se que no Brasil existam mais de 600 mil pessoas que convivem com algum tipo de problema no coração. Para reduzir a preocupante estatística, a prevenção é a melhor saída.
O Cardiologista é o médico especializado em diagnosticar e tratar de doenças relacionadas ao sistema cardiovascular. Antes de se tornar cardiologista, o estudante precisa se formar em medicina e depois realizar especialização em Cardiologia e residência em hospitais.
Além de especialização, o profissional pode estudar pós-graduação em Cardiologia, mestrado e doutorado. Assim como todo bom médico, o cardiologista precisa conhecer os hábitos e histórico familiar do paciente, solicitar ao paciente exames clínicos e testes físicos, exames laboratoriais, eletrocardiogramas, entre outros; além de realizar intervenções cirúrgicas quando necessário.
O médico cardiologista pode trabalhar em hospital, clínica especializada e atendimento em consultório particular. Outra área de trabalho é o setor de pesquisas, docência e transplantes. Fonte: JusBrasil / Portal da Propaganda / InfoEscola








