Foto: Jefferson Rudy/Ag. Senado
Lula defende a manutenção, o aperfeiçoamento e a ampliação das políticas de transferência de renda, com atenção especial a crianças e adolescentes. O presidente afirma que o objetivo de longo prazo é reduzir a dependência do benefício por meio da geração de empregos, crescimento econômico e investimentos em educação. Já Flávio também promete manter os programas sociais, mas concentra sua proposta na inclusão produtiva, com qualificação profissional, primeiro emprego e intermediação de mão de obra para estimular a entrada dos beneficiários no mercado formal.
As duas campanhas apresentam, portanto, estratégias diferentes para o programa. Enquanto Lula trata o Bolsa Família como uma política permanente de proteção social para pessoas que ainda precisam da transferência de renda, Flávio propõe utilizá-lo como uma espécie de ponte para a autonomia financeira, com mecanismos que reduzam o receio de perder o benefício ao conseguir um emprego formal. O plano do candidato do PL prevê ainda o retorno ao programa em caso de desemprego, desde que os critérios de elegibilidade sejam mantidos.
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