Foto: Reprodução / Polícia Civil

De acordo com a Polícia Civil, o suspeito já havia sido preso em 26 de fevereiro pelo crime, mas foi solto por determinação do Poder Judiciário. A Justiça, no entanto, determinou o retorno dele ao sistema de custódia.
De acordo com as investigações, o homem teria auxiliado na retirada do corpo da residência e na ocultação do cadáver, além de colaborar na destruição de vestígios. O suspeito preso nesta sexta-feira não é apontado como autor do homicídio.
A ação foi realizada pela Polícia Civil, por meio da 1ª Delegacia Territorial (DT/Porto Seguro) e da Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (DEAM/Porto Seguro), com apoio operacional do Grupo de Apoio Técnico e Tático à Investigação (GATTI/Descobrimento).
Rosiana Brito Alves estava desaparecida desde o dia 8 de fevereiro de 2026. Segundo a investigação, ela foi vista pela última vez ao entrar na residência do companheiro, localizada no bairro Mirante.
O principal suspeito do homicídio já foi identificado e está foragido. Há indícios de que ele tenha deixado o estado após o crime, e diligências seguem em andamento para localizá-lo.
As investigações indicam que o corpo da vítima foi colocado dentro de uma geladeira, amarrado e transportado até uma área de descarte irregular situada no bairro Porto Alegre II. No local, o cadáver foi incendiado ainda no interior do eletrodoméstico.
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