A iniciativa integra o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA e é voltada a pessoas a partir de 15 anos que não concluíram a educação básica.
Por: Max Gonçalves
Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A iniciativa integra o Pacto Nacional pela Superação do Analfabetismo e Qualificação da EJA e é voltada a pessoas a partir de 15 anos que não concluíram a educação básica. Com o cadastro, gestores públicos passam a ter acesso a um painel com dados georreferenciados, o que permite mapear a demanda por vagas e organizar a oferta de forma mais eficiente em estados e municípios.
Segundo o MEC, a plataforma busca enfrentar um dos principais desafios da modalidade: a dificuldade de identificar e atrair estudantes que interromperam a trajetória escolar. A expectativa é que o sistema contribua para ampliar a matrícula e reduzir a evasão, além de fortalecer políticas públicas voltadas à inclusão educacional e à retomada dos estudos por trabalhadores e pessoas fora da escola há anos.
A criação do CadEJA ocorre em um contexto de retomada de políticas voltadas à educação de jovens e adultos, após anos de baixa oferta e alcance limitado. A medida se soma a outras ações do governo federal para recompor a modalidade, considerada estratégica para reduzir desigualdades e garantir o direito à educação ao longo da vida.
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