
Atualmente são quase 100 mil veículos circulando todos os dias em Itabuna. Quase um carro para cada duas pessoas. E todos eles têm algo em comum: precisam passar pelos mesmos lugares. São milhares de veículos circulando diariamente, disputando os mesmos caminhos, os mesmos cruzamentos e os mesmos gargalos.
Hoje, um dos principais pontos de pressão está no fluxo vindo do vetor sudoeste, que cresce rapidamente e se conecta a regiões como São Caetano e o centro da cidade. Esse movimento intenso acaba se concentrando em poucos acessos, gerando travamentos constantes.
Diante desse cenário, o complexo viário não é uma intervenção pontual (apenas um viaduto), ele faz parte do projeto de integração urbana da gestão, parte de uma estratégia mais ampla de planejamento estruturado para o futuro de Itabuna.
A iniciativa também contribui para a correção de problemas históricos. Durante anos, o crescimento desordenado resultou em loteamentos sem infraestrutura adequada e ocupações irregulares.
Em um único ponto da cidade, mais de 14 mil veículos já passaram em menos de um dia de medição. Agora imagine isso acontecendo, todos os dias, concentrado nas mesmas avenidas, nos mesmos horários.
E o resultado aparece. São cerca de 100 acidentes por mês, por pressão de uma cidade que cresceu, mas não conseguiu crescer na mesma velocidade das suas vias.
O complexo viário ainda impulsiona a criação de novos vetores de desenvolvimento, direcionando a expansão urbana para áreas planejadas e integrando Itabuna a futuros projetos regionais, ampliando seu potencial econômico.
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