Etapa não configura novo processo seletivo, segundo o Ministério; adesão, por enquanto, é voltada às instituições públicas
Sisu | Divulgação Ministério da Educação
Naiara Ribeiro-sbt

Segundo o MEC, a iniciativa, inédita no programa, tem como objetivo ampliar a ocupação das vagas disponíveis nas universidades públicas. Em 2026, o ministério também passou a permitir o uso das notas das três últimas edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), de 2023, 2024 e 2025.
Poderão participar apenas estudantes que já tenham feito o Sisu 2026. A seleção será feita com base nessas edições do Enem, com uso automático da melhor média para o curso escolhido. O sistema desconsidera provas em que o candidato tenha participado como treineiro ou zerado a redação.
No momento da inscrição no Sisu+, o candidato poderá atualizar informações socioeconômicas, alterar a modalidade de concorrência e escolher até duas opções de curso, independentemente das escolhas feitas na fase regular. Algumas instituições também poderão exigir notas mínimas em áreas específicas do Enem para determinados cursos.
De acordo com o Ministério da Educação, o Sisu+ não configura um novo processo seletivo, mas uma etapa extra para ocupar as vagas remanescentes e para a ampliação do acesso ao ensino superior público. O cronograma de inscrição dos candidatos e a divulgação dos resultados serão detalhados em edital específico.
Sobre a adesão
Neste primeiro momento, a adesão é voltada às instituições públicas interessadas em participar do Sisu+. O prazo para para que as universidades façam a inscrição vai de 4 a 29 de maio, por meio do sistema do MEC.
A participação é restrita a universidades e institutos que já tenham aderido à etapa regular do Sisu 2026 e que disponham de vagas oficialmente não preenchidas, como em casos de desistência ou não confirmação de matrícula.
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