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A Bahia segue sem registrar casos de Mpox em 2026, mesmo com a doença já confirmada em 13 estados brasileiros. De acordo com dados atualizados do Ministério da Saúde, o país soma 140 casos confirmados da infecção desde o início do ano. Alô Alô Bahia com informações do Correio
Inicialmente, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) havia contabilizado um caso da doença no estado. O paciente, natural de Osasco, em São Paulo, chegou a Salvador com sintomas compatíveis com a infecção. Após análise do Centro de Informações Estratégicas em Vigilância em Saúde (CIEVS), o registro foi reclassificado como notificação pertencente ao estado paulista e retirado das estatísticas baianas.
Outro episódio investigado ocorreu em Vitória da Conquista, no sudoeste da Bahia, em fevereiro. O caso suspeito foi posteriormente descartado para Mpox e reclassificado como catapora. Com a revisão dos registros, a Bahia permanece sem notificações confirmadas da doença neste ano.
Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil acumula 140 casos confirmados, além de 539 suspeitos e nove considerados prováveis em 2026. Até o momento, não há registro de mortes relacionadas à infecção neste ano. Em janeiro foram contabilizados 68 casos confirmados ou prováveis; em fevereiro, 70; e em março, 11 até agora.
O estado com maior número de registros é São Paulo, responsável pela maior parte das notificações no país. Em seguida aparecem Rio de Janeiro (18 casos), Rondônia (11) e Minas Gerais (11). Também há confirmações no Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e Santa Catarina (três casos cada), além de registros no Paraná (2) e casos isolados no Amapá, Ceará, Distrito Federal e Sergipe.
A Mpox é uma doença viral que pode provocar lesões na pele e, em casos mais graves, complicações como pneumonia, confusão mental e infecções nos olhos.
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