Por Patrícia Pasquini | Folhapress
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

"Nem todos os locais fazem a investigação como deveria. Segundo, é a maior concentração populacional do estado de São Paulo -teoricamente já era para ter maior número de casos mesmo. O terceiro fator é a disseminação do processo. Se você tem um bebezinho com coqueluche na creche e não faz a investigação adequada, a doença passa para os demais", afirma o pediatra e infectologista pediátrico Marcelo Otsuka, coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da SBI (Sociedade Brasileira de Infectologia).
Embora os casos de coqueluche tenham diminuído com a vacinação, a doença nunca deixou de circular. E, com a piora da cobertura vacinal, voltaram a aumentar. Leia mais no bahianoticias
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