Por Victor Hernandes / Anderson Ramos
Foto: Victor Hernandes / Bahia Notícias

"É a mesma coisa. Eu acho que a gente só se liga mesmo no que está acontecendo quando a música começa. Até esse momento, é uma sensação meio estranha que a gente sente, mas no bem, é uma coisa legal, como se estivesse preparando algo maravilhoso para entregar para a gente, e a gente entrega para o público", falou.
O multi instrumentista ainda falou sobre a invasão de outros ritmos além do axé na festa momesca. "Eu sou a favor da pessoa se divertir. Se ela está curtindo algo, que curta, entendeu? O Carnaval da Bahia cabe, de boa. A gente gosta de todo tipo de música e cada um faz a sua. Eu prefiro certo tipo de música, então eu vou ouvir isso que eu escuto, que eu gosto. E eu tenho que dar todo direito para a pessoa ouvir o que ela gosta também. Então, viva a boa música sempre", pontuou.
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