Procedimento para reconhecimento do DNA está sendo realizado em uma clínica particular de São Paulo
Foto: Reprodução/Instagram/Pele

Antes da morte, Pelé respondia na Justiça uma ação de paternidade movida por Maria do Socorro Azevedo, que é representada pela Defensoria Pública de São Paulo e alega ser sua filha, o que torna a mulher também herdeira legítima da herança do jogador. À época, o considerado Rei do Futebol não recorreu e decidiu que ia fazer o teste de DNA, mas acabou morrendo antes de realizar o exame. Ele citou a possibilidade de ter uma outra filha em seu testamento.
O procedimento para reconhecimento do DNA está sendo realizado em uma clínica particular de São Paulo. Já o processo do inventário do Pelé está se desenrolando sem maiores problemas entre as partes.
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