Ressentido por ter sido ‘deixado na mão’ pelo clã em 2022, o policial reformado acredita que associação pode prejudicar sua campanha para vereador do Rio no próximo ano
Foto: Redes sociais

Ressentido por ter sido “deixado na mão” pelo clã no pleito de 2022, ele pretende disputar uma cadeira de vereador na Câmara Municipal do Rio de Janeiro e acredita que a associação com os Bolsonaro é negativa para sua imagem.
Conforme Guilherme Amado no portal Metrópoles, o policial militar reformado avalia que, absolvido de acusações do Ministério Público e sem prestar mais serviços à família, estar relacionado a ela é “negativo” para a campanha eleitoral.
Ainda segundo a publicação, depois de deixar o PTB, pelo qual perdeu a disputa para deputado federal em 2022, Queiroz agora foi convidado pelo PDC para ser “a estrela” do partido nas eleições municipais do Rio.
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