Coronel Naime está preso desde o dia 7 de fevereiro e foi levado a hospital com risco de embolia pulmonar
Foto: Rinaldo Morelli/CLDF

O Metrópoles acrescenta que no pedido de habeas corpus, a defesa do coronel alega que ele já está preso há 300 dias e cita “o agravamento ‘do quadro de saúde físico e mental”, com necessidade de deixar a cadeia em razão dos “efeitos deletérios que a custódia cautelar vem causando”. Ainda segundo o Metrópoles, na análise do pedido, Gilmar Mendes justificou que o recurso é inadmissível por se referir a uma decisão monocrática de outro ministro do STF. No caso em questão, Alexandre de Moraes.
Gilmar Mendes citou decisões anteriores no mesmo sentido. “Não cabe pedido de habeas corpus originário para o Tribunal Pleno contra ato de ministro ou outro órgão fracionário da Corte”, apontou o ministro, acrescenta a coluna. O Metrópoles também ressalta que em junho deste ano, Jorge Eduardo Naime prestou depoimento à CPMI do 8 de Janeiro, criada pelo Congresso para investigar as invasões às sedes dos Três Poderes. Na CPMI, o militar negou omissão e apontou um “apagão” dos serviços de inteligência sobre a gravidade da manifestação. O coronel participou da ação da PMDF que tentou conter os manifestantes e chegou a ser ferido por um rojão.
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