Foto: Reprodução Redes Sociais

“A minha mãe pariu o tumor quando foi colocada na maca. Ele veio com tudo. Os enfermeiros não acreditaram no que estava acontecendo”, conta Adriana Souza Moura, filha de Anadia, ao Metrópoles.
A idosa foi diagnosticada com câncer em estágio avançado no dia 4 de agosto. Após o diagnóstico, Anadia estava sendo atendida no Hospital Mário Kroeff – instituição filantrópica referência no tratamento de câncer.
Segundo Adriana, sua mãe estava reclamando de muita dor em casa e estava com a barriga e as pernas inchadas. “Queriam liberar a minha mãe para casa depois da medicação para dor, mas ela continuou com dor. Ela gritava que estava saindo alguma coisa, mas a enfermeira falou que isso era impossível”, lembra.
Adriana explicou também que depois do susto a mãe foi internada. A barriga e as pernas de Anadia desincharam, no entanto os médicos teriam dito que, sem saber o real estado do útero, a paciente seria considerada uma “bomba relógio”, o que inviabilizaria uma alta ou transferência.
A família denunciou que após o tumor ser expelido, ele foi entregue à paciente em um saco com um líquido para conservação e teve a orientação de ser enviado para análise. Logo depois, após a troca da equipe de plantão, o tumor foi recolhido com a justificativa de que seria enviado para pesquisa.
A família deseja que Anadia seja transferida para internação no Hospital Mário Kroeff, para continuar com os cuidados e acompanhar a situação da doença, já que a paciente segue com sangramento vaginal. O hospital, no entanto, estaria exigindo o tumor para análise.
O Hospital Municipal Pedro II e o Hospital Mário Kroeff foram procurados pelo Metrópoles, mas não se pronunciaram até a publicação da reportagem.
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