A bebê nasceu empelicada, o que é considerado um parto raro
- Fotos: Reprodução / Pró-Saúde

O parto foi na última terça, 22, no Hospital Materno-Infantil de Barcarena Dra. Anna Turan (HMIB), no interior paraense. O momento marcante foi registrado pela acompanhante da mãe, Beatriz Azevedo, de 25 anos.
Moradora de Belém, a mãe optou por buscar atendimento na fase final da gestação no HMIB por conhecer a forma humanizada com que o hospital cuida dos partos que acontecem na unidade.
Parto raro
A bebê Julia Azevedo é gêmea de Eloise, que veio primeiro, às 22h08, com a bolsa rompida.
Dois minutos depois, foi a vez de Julia, que para a surpresa de todos, estava empelicada, segundo Geovany Magalhães, enfermeiro obstetra e coordenador de enfermagem do hospital onde a cesárea foi feita.
“Isso permitiu à mãe e a acompanhante ver a bebê ainda dentro da bolsa amniótica, apresentando comportamento como se estivesse dentro do meio uterino”, conta Geovany.
O enfermeiro falou que a cena emocionou até mesmo os profissionais mais experientes, que estavam presentes no parto.
Ao ser retirada da bolsa amniótica, Júlia recebeu os primeiros cuidados e foi colocada em contato pele a pele com a mãe, assim como a irmã.

Partos em que o bebê nasce empelicado são raros. Normalmente, o saco gestacional estoura quando o bebê está prestes a nascer, inclusive em procedimentos como a cesárea.
Veja as fofas:
Julia e Eloise juntas, após receberem os primeiros cuidados. Com informações de Diário do Pará
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