Luislinda ganhou as manchetes depois que pediu para acumular seu salário de desembargadora aposentada com a remuneração da pasta alegando “trabalho análogo à escravidão”.
Num pedido de 207 páginas, em novembro, ela reclamava que, por causa do teto constitucional, só podia ficar com R$ 33,7 mil do total das rendas (que somadas chegavam a valores brutos de R$ 61,4 mil). A ministra disse que essa situação, “sem sombra de dúvidas, se assemelha ao trabalho escravo, o que também é rejeitado, peremptoriamente, pela legislação brasileira desde os idos de 1888 com a Lei da Abolição da Escravatura”. http://www.fabiocampana.com.br
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