Bruno Borges, um estudante de psicologia de 24 anos, estava desaparecido desde o dia 27 de fevereiro em Rio Branco.
No entanto, sua mãe, a psicóloga Denise Borges, acreditava que houvesse uma série de razões para que não fosse considerado um caso comum de desaparecimento. Segundo ela, tudo começou após um almoço em família, que ocorreu no dia do desaparecimento do rapaz. Na ocasião, quando o evento havia terminado, todos seguiram suas rotinas de trabalho e Bruno voltou para casa. No entanto, quando mais tarde o pai chegou em casa, notou que o jovem não estava lá.
Segundo informações, outro amigo de Bruno, Marcelo Ferreira, foi preso no final de maio. A polícia ainda não esclareceu o motivo da prisão, mas o delegado Alcino Júnior, que está orientando o caso, disse que Marcelo omitiu informações, evidenciando falso testemunho. Alcino contou que foram cumpridos dois mandados de busca e apreensão para encontrar indícios do paradeiro de Bruno, além de documentos que mostrassem o caminho seguido por Bruno.
“No dia em que o Bruno some, ele vai ao cartório e registra o contrato. Então, para nós fica muito contundente que não foi um desaparecimento qualquer, na verdade, foi um plano consciente de afastamento, e o contrato mostra que há prazo para divulgação desses livros, prazo para publicação, destinação de porcentagem para quem o ajudou, no caso, essas três pessoas que o ajudaram de imediato. Para nós, está muito claro isso”, disse Alcino Júnior em entrevista. O delegado disse que durante a ação, a equipe encontrou contratos deixados por Bruno destinando parte da venda dos livros para Ferreira, Gaiote e um primo de seus primos, Eduardo Borges. Leia tudo em http://www.jornalciencia.com
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