Segundo o marido, Higor Cayo dos Anjos, a mulher abriu uma loja de roupa há dois meses e teria decidido fazer a cirurgia porque se sentia fora de forma para trabalhar com moda, o que a incomodava. Ela procurou diversos médicos do convênio e nenhum aceitou fazer a redução por considerar que a empresária poderia perder peso de outra forma. Ela tinha 1,62 m e 80 kg.
Em mais uma das tentativas, um cirurgião teria indicado um médico, que emitiu um laudo afirmando que Fernanda não conseguia perder peso e recomendando a cirurgia, além de pedir que ela engordasse 10 kg para a operação.
Fernanda ganhou os quilos a mais em apenas um mês. Dois dias após a operação, ela se queixou de dores no peito. A causa da morte foi dada como embolia pulmonar.
A família pediu que o nome do médico não fosse divulgar porque uma ação na Justiça será aberta. Os parentes pretendem registrar também um boletim de ocorrência. A reportagem entrou em contato com o médico citado por eles e foi informada pelo profissional de que Fernanda foi comunicada dos riscos da operação e assinou um documento.
Fonte: Com informações do r7.com/Por: Apoliana Oliveira/http://180graus.com
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