da Efe
Yeshi havia colocado fogo em seu corpo durante uma manifestação para protestar pela participação de Hu na quarta cúpula dos Brics, que começa hoje com a participação dos líderes de Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Cerca de 30 tibetanos, muitos deles monges budistas, morreram após ações semelhantes no marco da atual onda de protestos contra a presença chinesa em Tibete, embora Yeshi seja o primeiro a falecer na Índia.
No país há uma reduzida embora notória comunidade tibetana, que tem seu centro em Dharamsala, o lugar onde se refugiou o dalai-lama em sua fuga da China em 1959 e onde estabeleceu as instituições do Governo tibetano no exílio.
O chefe da representação tibetana em Nova Déli, Tempa Tsering, autoridade que confirmou à Efe a morte do ativista, assegurou não poder indicar se haverá novas manifestações tibetanas contra a visita de Hu.
Nova Déli estabeleceu um ferrenho dispositivo de segurança para evitar novos protestos, e Tsering contou que a Polícia isolou vários dos enclaves tibetanos na cidade.
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