Segundo levantamento do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Paraíba e Rio Grande do Norte não atenderam às exigências mínimas e continuarão com restrições para o trânsito de animais e produtos de origem animal entre os demais estados.
De acordo com informações do Mapa, o documento foi assinado em Brasília entre os integrantes do Departamento de Saúde Animal, os secretários de Agricultura dos estados e representantes das agências de defesa agropecuária.
Após todas as etapas de auditorias e análises, se for constatado o cumprimento de todas as exigências, a região será reconhecida como Zona Livre de Febre Aftosa com Vacinação e um documento será encaminhado à Organização Mundial de Saúde Animal (OIE) para que o resultado seja homologado.
Em Pernambuco, o rebanho bovino é formado por 2,4 milhões de cabeças, enquanto a população de caprinos e ovinos é de 3,5 milhões de indivíduos. Além destes, os suínos também podem ser afetados pela doença. Além do transporte de animais vivos, a classificação “livre de aftosa” permite a comercialização de produtos e subprodutos e o transporte e uso de material genético – com grande impacto na economia local. Por Juliana Cavalcanti, da equipe do Diario, com informações do Ministério da Agricultura
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