Em audiência na Câmara, Luiz Marinho disse que as 36 horas previstas na PEC do fim da escala 6×1 ainda exigem mais estudos
VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

Em audiência pública na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados nesta terça-feira (10/3), o ministro do Trabalho e Emprego, Luiz Marinho, afirmou que o Brasil tem condições de reduzir a jornada semanal de 44 para 40 horas e adotar a escala 5×2, sem corte de salários e com dois dias de descanso remunerado.
“Nós estamos seguros que a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais é factivel e sustentável, até porque já perdemos a oportunidade que poderíamos já estar fazendo há anos”, declarou.
O ministro avaliou, no entanto, que as 36 horas semanais defendidas na Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da escala 6×1 ainda precisam de mais estudos, mas que, se esse for o entendimento da Casa parlamentar, precisam “calcular um tempo melhor”.
“No momento, a economia suporta para 40 horas semanais, não 36 horas. Se o Parlamento brasileiro desejar caminhar para estabelecer a jornada máxima em 36 horas semanais, ele tem que calcular um tempo melhor. Na nossa avaliação, não caberia implantar essas 36 horas semanais. O que cabe é a redução para 40 horas semanais, sem redução do salário e duas folgas na semana”, disse o ministro.





























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