Foto: Agência Brasil
Um grupo de advogados e juristas denunciou o ex-ministro Sergio Moro perante a Comissão de Ética Pública da Presidência da República, nesta quarta-feira (29). A denúncia aponta desvios éticos cometidos por Moro ao negociar troca de favores, mediante a qual permaneceria à frente da pasta ministerial desde que viesse a ser posteriormente indicado ao cargo de ministro do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo o grupo, formado por 14 pessoas, há uma ilegal vinculação da aceitação do cargo aos interesses pessoais privados, ao negociar indevidamente o pagamento de pensão à sua família. Por fim, a denúncia expõe a omissão de Moro ao deixar de reportar às autoridades competentes atos ilícitos praticados pelo presidente Jair Bolsonaro dos quais teve ciência enquanto exercia a função de ministro.
Assim, pedem que Moro seja ouvido no prazo de cinco dias para que, terminada a apuração, a ele seja aplicada pena de censura ética e sejam remetidas as conclusões ao Ministério Público Federal (MPF), para que prossiga a investigação da configuração de atos de improbidade e condutas criminais em decorrência das transgressões éticas.










































