O teste oral para detectar HIV passará a estar disponível em toda a rede pública ainda este ano, de acordo com anúncio feito pelo Ministério da Saúde nesta sexta-feira (6). A pasta já começou a distribuir o novo teste para os estados. Até então, o teste rápido, que dá o resultado em apenas 30 minutos, estava sendo oferecido por 60 ONGs no projeto piloto Viva Melhor Sabendo. Os exames eram feitos em bares, parques e outros locais onde se concentram populações-chave, como homens que fazem sexo com homens, transexuais, usuários de droga e profissionais do sexo. Segundo o Ministério da Saúde, 14 mil pessoas já fizeram o teste oral, dos quais 381 receberam diagnóstico positivo. Dos que se submeteram ao teste rápido, 43% nunca tinha feito nenhum teste de HIV antes. A coleta para o exame é feita com uma haste que extai fluido da gengiva e da bochecha. Além da rapidez do resultado, o teste tem a vantagem de não precisar de uma infraestrutura laboratorial. (Coluna Bem Estar)
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) determinou hoje (5) que pelo menos 90% dos 650 mil orelhões operados pelas concessionárias do Grupo Oi deverão funcionar plenamente até 31 de março deste ano. A empresa opera no Distrito Federal e em todos os estados do país, exceção para São Paulo. Nas localidades atendidas apenas por orelhões, o percentual sobe para 95%. A instalação e manutenção dos orelhões é uma obrigação das concessionárias de telefonia fixa. Nos estados nos quais não forem atingidos os patamares mínimos de disponibilidade, as concessionárias deverão pagar multa diária de R$ 50 mil ou fornecer gratuitamente chamadas a partir de seus orelhões. A Oi tem cinco dias para informar o interesse em conceder gratuidade nas chamadas originadas de utilização gratuita de seus orelhões nos estados afetados. A Oi informou que não comentará a decisão da Anatel. (Agência Brasil)

















