Na capital baiana, a professora de Geografia Íris Alves, 39, estava ansiosa por usar tecnologias educacionais para melhorar a interação e a aprendizagem de seus estudantes. Ela acreditava que a IA poderia ser uma ferramenta poderosa para personalizar o aprendizado e tornar as aulas mais interativas.
Professora de 415 alunos do 6° ao 9° Ano do Fundamental II e de 364 alunos do ensino médio na escola Porto Seguro, um cursinho pré-vestibular social de Salvador (BA), foi no quesito interação que a professora baiana se surpreendeu. Além do uso das diversas ferramentas de IA da plataforma Teachy, Íris conseguiu melhorar a relação com seus alunos com Síndrome de Down, bem como com os demais coleguinhas da classe.
Em um dos casos, uma aluna precisava de materiais mais personalizados e mais lúdicos; em outro caso, um menino necessitava de atividades individualizadas. Isso porque indivíduos com Síndrome de Down não gostam de tarefas relativas à imaginação e que exigem algo mais sensível, perceptível, tátil. Íris apostou na ludicidade, começando a fazer atividades em sintonia com a realidade de vida destes alunos.
*Leia abaixo o depoimento exclusivo da professora Íris sobre a evolução dos seus alunos com Síndrome de Down após a introdução de uma plataforma de Inteligência Artificial em sala de aula.
Em Belém do Pará, o inquieto professor de Geografia, Márcio Antonio Brito Feijó, 59, precisava encontrar maneiras de ajudar seus alunos a se conectarem com suas aulas, que pudesse ainda facilitar e melhorar o processo de ensino-aprendizagem. Márcio é docente há 35 anos e, hoje, leciona para 160 alunos na escola municipal de Parauapebas (PA), EEEM Crescendo na Prática.
Como a maioria dos professores brasileiros, ambos possuem as mesmas dores, como altas cargas de trabalho dentro e fora do ambiente escolar e falta de tempo e de motivação para apoiar seus alunos durante o ensino.
As diferenças entre eles são a idade, as cidades, estados e escolas onde trabalham, tanto na rede pública quanto particular. No mais, a vida profissional destes dois professores é relativamente parecida. Mesmo com amor pelo que fazem, as dores acima mencionadas são como âncoras no dia a dia educacional.
Como os professores solucionaram seus problemas?
Não por acaso, os dois docentes encontraram a mesma solução para um problema em comum: uma tecnologia educacional que tivesse Inteligência Artificial integrada para otimizar os processos burocráticos e, ao mesmo tempo, permitisse melhorar a aprendizagem, e viabilizar uma maior interação e interesse dos alunos.
Tanto Márcio quanto Íris utilizam a plataforma Teachy, hoje a maior EdTech de Inteligência Artificial para professores da América Latina, criada pelo educador carioca, Pedro Siciliano.
Márcio conheceu a Teachy em 2023; Íris, em 2024. Fascinados com a descoberta, perceberam todo o potencial da Inteligência Artificial (IA) para o processo de ensino-aprendizagem e decidiram utilizá-la no dia a dia. Foi um benefício que os especialistas chamam de ganha-ganha: ganham os professores e ganham os alunos.
Com a ajuda da IA, Márcio buscou facilitar e melhorar o processo de ensino-aprendizagem, onde os alunos pudessem explorar o mundo ao seu redor de uma maneira imersiva. Na preparação das aulas, conseguiu otimizar seu tempo com diversas tarefas essenciais nas horas adicionais fora da sala de aula.
"Essa plataforma me ajudou na elaboração de questões, de textos de apoio e sugestões de atividades, nos planos de aulas, nas soluções com vídeos, e ainda com os processos burocráticos e elaboração de relatórios. Tem otimizado meu tempo também com a administração do tempo em sala de aula”, diz Márcio.
A professora Íris usou a plataforma Teachy para ajudar a ter ideias para suas aulas e para os roteiros de vídeos. Assim, conseguiu conectar mais seus alunos com a proposta pedagógica por meio de algo que já é familiar para os estudantes.