Coligação alega que a ferramenta age “de forma enviesada” e pede urgência para encerrar a restrição e recompor, em dobro, o alcance perdido

Foto: Metropress/Arquivo Pessoal/Ricardo Stuckert
A campanha do presidente Lula (PT) recorreu novamente ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra a Meta. A coligação alega que a inteligência artificial da empresa se recusa a gerar imagens com o texto "Lula 13", mas aceita criar material com "Flávio 22". Segundo a campanha, além das queixas já apresentadas, a IA do WhatsApp age "de forma enviesada".
Alegando prejuízo à "paridade de armas" na reta final da eleição, a coligação pede ao tribunal uma tutela incidental de urgência. Entre os pedidos estão o fim imediato da restrição aos conteúdos da campanha, a remoção de perfis inautênticos e a recomposição em dobro do alcance perdido, a ser custeada pela própria plataforma, de modo a compensar os danos ao debate democrático até o dia da votação.
Ainda para a campanha, o episódio não se resume a um "mero erro técnico": trata-se de uma "manipulação do debate público" que atinge diretamente a igualdade de oportunidades assegurada por lei. A coligação sustenta que não basta a Meta interromper a restrição considerada ilegal, sendo necessário devolver, em dobro, o alcance retirado indevidamente da campanha e de seus apoiadores, para reparar o prejuízo antes da votação. Mais no metro1
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