Foto: Rodrigo Rattes / Alagonews

Segundo o Alagonews, parceiro do Bahia Notícias, a informação é do coordenador de Políticas para a Cidadania e Diversidade LGBT+ da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (SEDES), Danilo Santana.
De acordo com ele, a rejeição dentro da própria família pode provocar o rompimento de vínculos afetivos e aumentar a vulnerabilidade social. Entre os fatores associados a esses conflitos estão divergências relacionadas a crenças religiosas e à dificuldade de aceitação da orientação sexual ou identidade de gênero.
Durante a entrevista na Rádio Ouro Negro FM 100,5, na última quarta-feira (23), Santana destacou o papel do acolhimento familiar como fator de proteção. Na cidade, a rede municipal avalia a situação de cada pessoa que procura atendimento e, quando necessário, realiza encaminhamentos para serviços de assistência social.
Em casos de rompimento familiar, podem ser buscadas alternativas para a reaproximação entre os envolvidos. Quando isso não é possível, o atendimento pode incluir encaminhamentos para programas como Cadastro Único, aluguel social e benefícios emergenciais, conforme os critérios de cada serviço.
A assistência também busca contribuir para a autonomia das pessoas atendidas, incluindo o acesso a oportunidades de trabalho. A política municipal voltada à população LGBTQIAPN+ integra as ações da Sedes nas áreas de cidadania, diversidade e garantia de direitos.
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