Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Para o Conselho Constitucional, o texto não estabelecia de forma suficiente as condições e os limites para essa verificação, deixando de oferecer garantias jurídicas necessárias. A proposta havia sido aprovada pelos parlamentares franceses e colocaria o país como o primeiro da Europa a adotar uma restrição desse tipo.
A medida seguiria o modelo implementado pela Austrália, que desde dezembro impede menores de 16 anos de acessar plataformas como Facebook, TikTok e YouTube. Após a decisão, o presidente Emmanuel Macron pediu ao primeiro-ministro Sébastien Lecornu que reformule o projeto para considerar os questionamentos apresentados pelo tribunal.
O Palácio do Eliseu informou que Macron pretende colocar a reforma em vigor antes da primavera de 2027, quando estão previstas as eleições presidenciais francesas. O atual presidente não pode disputar um terceiro mandato. Via BN
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