Foto: Gleidson Santana / Bahia Notícias

O projeto é conduzido pelo Movimento Verde e Amarelo (MVA), criado em 2008, e busca aproximar torcedores de diferentes clubes em torno de um objetivo comum: apoiar o Brasil durante a competição. A iniciativa começou a ganhar força após a Copa de 2022 e terá seu primeiro grande teste neste domingo (31), no amistoso contra o Panamá, às 18h30, no Maracanã.
Entre as organizadas com representantes no projeto estão torcidas de clubes como Bahia, Vitória, Flamengo, Vasco, Atlético-MG, Cruzeiro, Palmeiras, Corinthians, São Paulo, Grêmio, Internacional, Fortaleza, Sport, Santa Cruz, Remo e Vila Nova. Algumas delas já foram punidas administrativamente em jogos de seus clubes, mas as restrições não se aplicam a partidas da Seleção.
A integração entre as torcidas será orientada por um código de ética. A proposta é que os participantes usem a experiência de arquibancada para organizar cantos, instrumentos, bandeiras e materiais visuais, mas com foco exclusivo na Seleção Brasileira.
Um dos responsáveis pela interlocução com as organizadas é Lula, integrante da Raça Rubro-Negra, do Flamengo. Ele destacou que a aproximação com a CBF representa uma mudança de relação entre a entidade e os torcedores de arquibancada.
A estrutura planejada para os jogos inclui 6 mil bandeirolas, 3 mil faixas de mão, um bandeirão de 600 metros quadrados, 11 bandeiras de mastro, 15 bandeiras menores, 5 mil balões canudo, tirantes, camisão de 500 metros quadrados, 25 instrumentos musicais e mais de 100 bandeiras de jogadores e ídolos.
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