
Marcos Corrêa / PR
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) apresentou agravamento nas crises de soluço registradas nos dias 9 e 10 de junho, segundo relatório médico encaminhado ao Supremo Tribunal Federal (STF) pela defesa. De acordo com o documento, a equipe responsável pelo acompanhamento clínico decidiu aumentar a dosagem dos medicamentos utilizados no tratamento após a intensificação dos sintomas.
Além disso, foram solicitados exames para identificar possíveis causas relacionadas à recorrência do problema. Entre os procedimentos indicados estão uma endoscopia digestiva alta, uma manometria esofágica de alta resolução e uma pHmetria gástrica.
Bolsonaro cumpre prisão domiciliar humanitária desde 27 de março, benefício concedido em razão de seu estado de saúde. O ex-presidente também segue em recuperação de um quadro de broncopneumonia e recebe acompanhamento médico por outras condições crônicas.
A medida tem prazo inicial de 90 dias e deverá ser reavaliada pelo ministro do STF, Alexandre de Moraes, relator do processo. Caberá ao magistrado decidir se Bolsonaro continuará em prisão domiciliar ou retornará ao sistema prisional após o período estabelecido.
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