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terça-feira, 28 de abril de 2026

Mulher morre após cair em escadaria de igreja em Minas Gerais

Idosa morre após queda em escadaria da Igreja do Santuário, em Divinópolis
Amigos apontam falta de corrimão no acesso voltado para a Rua 21 de Abril e cobram fiscalização sobre condições de mobilidade no templo
por: Geraldo Passos / divinews
A morte de uma idosa de 70 anos após uma queda na escadaria da Igreja do Santuário, em Divinópolis, causou comoção entre suas amigas neste domingo (26) e abriu questionamentos sobre segurança e acessibilidade no local, por ser um grande vão de escadarias, e não existir corrimão. Segundo as amigas mais próximas, Solange Margotti caiu das escadas que fica em direção à Rua 21 de Abril, bateu a cabeça, foi socorrida ao Hospital São Judas Tadeu e morreu horas depois, por volta das 16 horas deste domingo.

De acordo com os relatos repassados por pessoas próximas, Solange tinha 70 anos e mantinha uma rotina de fé conhecida entre amigos e frequentadores. Ainda segundo essas informações, ela participava de missas todos os dias e, na manhã deste domingo (26), havia acabado de sair de uma das celebrações quando ocorreu o acidente.

As amigas afirmam que a queda aconteceu na escadaria da própria igreja. O ponto citado por elas fica no acesso voltado para a Rua 21 de Abril. Segundo esses relatos, o local não possui corrimão.

Após a queda, Solange bateu a cabeça e seguiu para atendimento médico. No Hospital São Judas Tadeu, a equipe a encaminhou ao CTI e constatou traumatismo craniano, ainda conforme as informações relatadas por pessoas próximas à vítima.

Horas depois, por volta das 16h, os familiares receberam a notícia da morte. A informação abalou amigos, conhecidos e frequentadores do Santuário, onde Solange era presença constante.

O caso provocou indignação entre pessoas próximas, não apenas pela perda em si, mas pelo que enxergam como um alerta ignorado. Para amigos de Solange, o fato de se tratar de uma igreja não afasta a necessidade de fiscalização das condições físicas do imóvel, especialmente no que envolve mobilidade e segurança de acesso.

A morte de Solange transformou uma manhã e uma tarde de oração por sua recuperação. Além do debate sobre acessibilidade em espaços religiosos de grande circulação.

Na avaliação de amigos da idosa, templos religiosos, sejam católicos ou evangélicos, também precisam cumprir exigências legais ligadas à mobilidade e à segurança. O entendimento é que fé e acolhimento não podem caminhar separados de estrutura adequada, orientação preventiva e fiscalização.

A cobrança feita por pessoas próximas à vítima mira exatamente esse ponto. Para elas, locais que recebem grande fluxo de fiéis, muitos deles idosos, precisam contar com medidas mínimas de proteção, entre elas acessos mais seguros e adaptações compatíveis com a circulação de pessoas com dificuldade de locomoção.

O episódio também levanta uma discussão mais ampla em Divinópolis. Quando uma escadaria em área de uso público ou coletivo se torna palco de uma tragédia, o debate deixa de ser apenas arquitetônico. Ele passa a envolver responsabilidade, prevenção e cuidado com a vida.

Caso a administração do templo, familiares ou autoridades queiram se manifestar sobre as circunstâncias da queda e as condições do local, o espaço segue aberto para esclarecimentos.

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