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quarta-feira, 29 de abril de 2026

Jovem de 23 anos recebe Polilaminina e começa a mexer a perna: lesão na medula

Rinaldo de Oliveira / SNB
A jovem Eduarda, que perdeu os movimentos após um acidente de carro mexeu a perna pela primeira vez após receber dose da polilaminina no PR. - Foto: reprodução/ Instagram / @_eduardasouz_

A esperança emocionante de mais uma brasileira. A jovem Eduarda Atkinson, de 23 anos, recebeu a dose da Polilaminina e começou a ter movimentos nas pernas. A família comemorou muito, depois do acidente grave que ela sofreu na rodovia SC-110, que causou uma lesão na medula e tirou os movimentos das pernas.

As imagens da Eduarda mexendo a perna pela primeira vez foi feita no último dia 9 de abril, nove dias depois que ela recebeu o medicamento desenvolvido pela dra. Tatiana Sampaio da UFRJ. Assista abaixo.

Pode parecer pouco para algumas pessoas, mas a Eduarda, que não se mexia mais, agora responde aos estímulos: “mexendo a perna”, como ela mesma disse. O procedimento com a polilaminina foi feito em Foz do Iguaçu, no Paraná. E vídeo da Eduarda está emocionando milhares de pessoas nas redes sociais.

Pequenos sinais gigantes
Dias depois da polilaminina, Eduarda já consegue equilibrar e movimentar a perna em alguns momentos.

“Um pequeno movimento, mas com um significado gigante”. Foi assim que a jovem (_eduardasouz_), descreveu o momento em que conseguiu mexer a perna novamente, após meses sem qualquer resposta motora.

“Não é sempre, não é fácil… mas cada avanço é uma vitória enorme”.

Como foi o acidente
Ela sofreu um acidente na rodovia SC-110, entre Jaraguá do Sul e Pomerode, depois que o carro saiu de pista.

A colisão provocou uma fratura na coluna e uma lesão medular e a jovem perdeu os movimentos das pernas.

Receber a dose da polilaminina trouxe de volta a esperança da jovem e da família dela.

Tratamento experimental dando certo
A polilaminina é uma substância desenvolvida em laboratório, encontrada na placenta humana, e aplicada diretamente na medula espinhal.

Ela foi criada para estimular a regeneração das conexões nervosas e está em fase experimental, com autorização da Anvisa.

Eduarda contou que os médicos que estão cuidando dela dizem que avaliação é positiva: “Os médicos veem esse avanço como algo muito positivo e importante dentro do meu quadro. Eles mantêm uma postura cautelosa, porque a reabilitação neurológica é imprevisível”, explicou. Mais no sonoticiaboa

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