Dorival tornou-se a bola da vez na fábrica de moer técnicos do futebol brasileiro
JOISEL AMARAL / AGIF / AGIF VIA AFP

Dorival Júnior se juntou a Gilmar Dal Pozzo, despedido da Chapecoense; Martín Anselmi, que durou pouco no Botafogo; Juan Pablo Vojvoda, dispensado do Santos; Tite, desligado do Cruzeiro; Crespo, demitido pelo São Paulo; Filipe Luís, que deixou o Flamengo; Juan Carlos Osorio, mandado embora do Remo; Jorge Sampaoli, do Atlético-MG; e Fernando Diniz, do Vasco.
Em 2025, sete técnicos haviam deixado o cargo até a 8ª rodada. A Série A terminou com 22 trocas de treinador no ano passado, uma a mais que 2024.
O recorde dos pontos corridos com 20 clubes é de 2015, quando houve 32 trocas de técnico. Já o ano mais estável foi 2012, com 20.
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