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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2026

Número de mortos sobe para 40 após temporal na Zona da Mata; bombeiros seguem buscas por 27 desaparecidos

Novo balanço divulgado ao meio-dia desta terça-feira confirma aumento de vítimas em Juiz de Fora e reforça alerta por segurança nas operações
Por: Gustavo Linhares defatoonline
Foto: Divulgação/PCMG
O número de mortos após o temporal que atingiu a Zona da Mata Mineira subiu para 40, conforme balanço atualizado ao meio-dia desta quarta-feira (25) pelo Corpo de Bombeiros Militar de Minas Gerais (CBMMG). Ainda há 27 pessoas desaparecidas, sendo 25 em Juiz de Fora e duas em Ubá, enquanto as equipes permanecem mobilizadas em diversas frentes de busca e salvamento.

A atualização foi repassada pelo tenente Barcellos, porta-voz da corporação, diretamente da região do Parque Burnier, em Juiz de Fora — um dos pontos mais críticos atingidos pelos soterramentos provocados pelas chuvas.

“Mais um corpo foi encontrado aqui no Parque Burnier, localidade de Juiz de Fora, onde estamos trabalhando, buscando pelas vítimas de soterramento causadas pelas chuvas que acometeram a Zona da Mata Mineira. Nesse dia 25 de fevereiro, temos um balanço ao meio-dia de 40 vítimas em óbito já retiradas desses locais de soterramento, sendo 34 em Juiz de Fora e 6 em Ubá”, informou o oficial.

Segundo o levantamento mais recente, Juiz de Fora concentra 34 mortes confirmadas e 25 desaparecidos. Já em Ubá, são seis óbitos registrados e duas pessoas ainda não localizadas.

As buscas continuam em áreas de soterramento e deslizamentos, com atuação de equipes especializadas em resgate em estruturas colapsadas e varreduras em terrenos instáveis. A corporação reforça que o trabalho exige cautela para evitar novos acidentes.

“Ainda trabalhamos buscando por 25 vítimas não localizadas em Juiz de Fora e duas vítimas no município de Ubá. É importante que, nesse momento, prezemos pela segurança de todos os envolvidos, inclusive aqueles que se prontificam como voluntários, para que não causemos alarde, inclusive, à população de maneira desnecessária”, acrescentou o tenente.

O cenário segue sendo considerado crítico, especialmente em regiões com grande volume de terra deslocada e risco de novos deslizamentos. As autoridades mantêm o monitoramento constante das áreas afetadas e pedem que a população respeite as orientações das equipes de segurança.

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