No fim de semana, presidente americano não descartou possível recessão em entrevista à Fox News; no Brasil, cenário externo derrubou ações e dólar subiu
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SBT News

Durante uma entrevista ao Sunday Morning Futures do canal Fox News, no fim de semana, Trump disse que as tarifas anunciadas sobre países como Canadá, México e China pode "poderiam aumentar". A apresentadora do programa, Maria Bartiromo, perguntou a Trump se ele espera uma recessão durante seu primeiro ano no cargo. O presidente não descartou.
"Eu odeio prever coisas assim", disse Trump. "Há um período de transição, porque o que estamos fazendo é muito grande. Estamos trazendo riqueza de volta para a América. Isso é algo grande. E isso leva um tempinho".
A fala foi suficiente para trazer temor aos investidores, provocando uma "liquidação de ações" nesta segunda-feira. As bolsas de Nova York fecharam o dia em queda: Dow Jones caiu 2,08% e o S&P 500 desabou 2,69%. O índice Nasdaq - das empresas de tecnologia - encerrou o pregão em forte queda de 4%, a maior perda diária desde 13 de setembro de 2022, quando o índice caiu cerca de 5%.
Reflexos no Brasil
As incertezas sobre os rumos da economia dos Estados Unidos tiveram reflexos no mercado financeiro brasileiro.
O Ibovespa, o principal índice da Bolsa de Valores B3, fechou o pregão desta segunda-feira em queda de 0,41%, aos 124.519,38 pontos. Já o dólar à vista encerrou as negociações valendo R$ 5,8521, com avanço de 1,07%.
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