O mês de março é conhecido como o mês de conscientização sobre a endometriose
Foto: Assessoria

Apesar de ser uma condição tão comum, o diagnóstico pode ser desafiador, pois seus sintomas muitas vezes são confundidos com os de outras doenças, o que pode atrasar o tratamento e aumentar o sofrimento das pacientes. “A endometriose ocorre quando o tecido que reveste o útero (endométrio) cresce fora da cavidade uterina, em áreas como ovários, trompas de falópio e outros órgãos da região pélvica. Este crescimento anômalo pode causar inflamação, dor intensa e até infertilidade”, explica o Diretor Médico do Núcleo de Endometriose e Fertilidade (NEF), Dr. Carlos Lino.
A doença afeta mulheres de diversas idades, sendo mais comum entre os 25 e 40 anos. Os principais sintomas incluem dores intensas durante o período menstrual, cólicas menstruais que não melhoram com analgésicos comuns, dor durante ou após o sexo, dificuldade para engravidar, cansaço excessivo e dor pélvica constante.
No entanto, nem todas as mulheres com endometriose apresentam sintomas visíveis, o que torna o diagnóstico ainda mais complicado. O tratamento da endometriose pode variar de acordo com a gravidade da doença e os objetivos da paciente, como aliviar os sintomas ou preservar a fertilidade. As opções incluem medicamentos para controlar a dor, terapias hormonais para reduzir o crescimento do tecido endometrial, procedimentos cirúrgicos, em casos mais graves, para remover os focos de endometriose, e tratamento psicológico para lidar com os aspectos emocionais da doença. Continue lendo a matéria AQUI
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