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sexta-feira, 7 de março de 2025

Defesa de Mauro Cid argumenta que delator era "mero" ajudante de ordens e não tinha poder sobre trama golpista

Tenente-coronel apresentou resposta às acusações da PGR e chamou 8 de janeiro de 'fatos horrendos'
Por Mariana Muniz — Brasília
Mauro Cid durante delação premiada — Foto: Reprodução/STF
A defesa do tenente-coronel Mauro Cid argumentou, em petição apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF), que o militar era um "mero" ajudante de ordens e não tinha poder para tramar um golpe de estado. A defesa de Cid argumenta que a conduta de "porta-voz" de Bolsonaro atribuída a ele pela PGR deveria ser uma excludente de ilicitude, ou seja, não poderia ser imputada como crime.

Segundo os advogados, ao agir como porta-voz do ex-presidente, o ex-ajudante de ordens estaria cumprindo apenas o seu trabalho.

"Essa conduta de “porta-voz” que lhe é atribuída pela Procuradoria Geral da República, era sua obrigação legal vinculada ao estrito cumprimento de seu ofício, e como tal, abrigada por uma excludente de ilicitude devidamente prevista no Código Penal", alega a defesa. Leia mais no globo

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