Mais de 700 civis foram assassinados entre sexta-feira (7) e sábado (8)
Derick Toda / SBT News
Confrontos na Síria entre atual governo e militantes de Saad
Reprodução/Redes Sociais

Nos últimos dois dias na Síria, mais de mil pessoas morreram durante confrontos entre as forças de segurança do país e partidários do presidente deposto Bashar al-Assad. Os assassinatos ocorrem com tons de vingança.
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, que monitora conflitos no território, considerou os atos de violência como um dos mais mortais do país em 14 anos.
Até o momento, as vítimas são:745 civis
125 membros das forças de segurança do governo
158 militantes de Assad
De acordo com o Observatório, acesso à água potável e eletricidade foram interrompidos nas cidades ao leste da Síria, como Latakia, Jable e Tartus. As disputas militares ocorrem três meses depois que a ditadura Assad, que estava há cinco décadas no poder, veio abaixo.
Os crimes por vingança envolvem muçulmanos sunitas, leais ao regime de Saad, contra alauitas integrantes de Hayat Tahrir al-Sham, facção que derrubou a ditadura em dezembro do ano passado.
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