Foto: Reprodução / TV Sudoeste

A ação que resultou no resgate dos trabalhadores envolveu auditores-fiscais do Ministério do Trabalho e Emprego, uma procuradora do Ministério Público do Trabalho (MPT) e agentes da Polícia Federal (PF). Segundo o MPT, os trabalhadores não tinham equipamentos de proteção coletiva e individual, como luvas e botas e alguns usavam sandálias para se locomover pela plantação.
Foto: Reprodução / TV Sudoeste

O documento será a garantia de que o empregador não usará mais mão de obra análoga a de escravos, sob pena de pagamento de multas. Caso não haja um acordo para assinatura do TAC, o MPT poderá mover uma ação civil pública na Justiça do Trabalho contra o responsável pela propriedade. Via BN
Nenhum comentário:
Postar um comentário