Decisão é inédita e acontece após Corte fiscalizar joias incorporadas por Bolsonaro ao seu acervo pessoal
Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil

A justificativa de Nardes é que não há impedimento para a realização imediata de solicitações do Congresso ou de suas Comissões Técnicas “em virtude do mencionado trabalho rotineiro” da Corte de fiscalizar os bens recebidos pelo chefe de Estado.
Ainda para Nardes, esperar até o final do atual mandato de Lula para realizar a vistoria poderia contrariar o pleito da Comissão. O fim deste mandato está programado para 2027, quando muitos dos deputados que hoje compõem a Comissão poderão não estar mais em atuação parlamentar por não conseguirem se reeleger, justificou o ministro.
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