Presidente corre risco de ser afastado por decisão do TJ-Rio de Janeiro
Foto: Thais Magalhães/CBF

Pagou também os direitos de arena dos atletas, as 27 federações, os impostos, as verbas rescisórias, centenas de fornecedores e prestadores de serviço, além das premiações dos clubes e de todos os escritórios de advocacia que atendem a entidade. Coisa de quase R$ 100 milhões.
Segundo a publicação, Ednaldo Rodrigues, sabendo do risco de ser afastado por decisão do TJ-Rio de Janeiro, decidiu acertar as contas da CBF antes do recesso de fim de ano.
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